Caio Salgado projeta 18 mil procedimentos/mês no novo CUIDAR

O vereador de São Caetano, Caio Salgado – PL, e filho do homenageado que dá nome ao novo equipamento de saúde da cidade: CUIDAR – Complexo de Inclusão, Desenvolvimento, Apoio e Reabilitação Jorge Martins Salgado, se emocionou ao falar do legado de sua família, além de quantificar o número de pessoas e atendimentos que serão realizados no local.
Legado
“Homenagem ao meu pai, Jorge Martins Salgado, lutando pela inclusão, a família desde o meu avô, Osvaldo Martins Salgado, meu pai e eu, vimos fazendo um trabalho em prol da inclusão, tanto pelo movimento apaeano, quanto como atores políticos da cidade, então essa qualidade no atendimento da saúde com inclusão, educação, que São Caetano tem hoje, passa-se pela família salgado”, emociona-se o filho do homenageado.
Aliás, Caio entende que a homenagem é natural, até pela batalha de seu pai e, como o vereador disse, além da atuação de seu pai pelo movimento apaeano, sua atuação política, o que contribuiu para promover a qualidade no atendimento da saúde na cidade.
Milhares
Já quanto à capacidade de atendimento e de realização de procedimentos, o parlamentar já projeta um aumento, mas, neste primeiro momento sugere um número menor, porém, já na casa da milhar.
“Estamos estimando, hoje, de início, que serão 15 mil procedimentos mensais, porém, objetivamos chegar a 18 mil, que devem atender cerca de quatro mil pessoas. Porque tem assistido que faz três ou quatro terapias por mês, então já somam quatro procedimentos, agora pessoas atendidas, devemos ter cerca de quatro mil por mês”, prevê o edil.
Ao finalizar a entrevista com o REPÓRTER, Caio avaliou a quem e o quanto será benéfico para a cidade o novo complexo.
“Vai ser completo, equipe multidisciplinar, diversas especialidades e que, muitas vezes, estavam espalhadas em vários segmentos da saúde no município, porém, hoje vem para cá para amparar e atender esse público com qualidade. É um equipamento destinado aos munícipes e sua manutenção é com 100% de verba municipal”, esclareceu ele, que concluiu:
“O tamanho que vai ser para atenção ao público alvo de inclusão, para reabilitação, para lutar pelo seu desenvolvimento, um equipamento pronto, completo e que vai unificar diversos serviços da cidade. Portanto, vai ser tudo conectado aqui para que a gente possa ter o melhor atendimento à pessoa com deficiência, TEA – Transtorno do Espectro Autista e de reabilitação”.
CELSO M. RODRIGUES – ABC REPÓRTER



